ESEC de Bauru
SP

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Julio Amaro B. Monsalvo
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Sergio Murilo
Áreas de Observação

Estação Ecológica de Bauru

Trata-se de unidade de conservação de proteção integral localizada no município de Bauru, Estado de São Paulo, com área de 287,98 hectares, que foi criada “com a finalidade de proteção ao ambiente natural, a realização de pesquisas básicas e aplicadas e ao desenvolvimento de programas de educação conservacionista”.

Consta no Plano de Manejo da U.C. que “A Estação Ecológica de Bauru preserva uma amostra da Mata Atlântica, que, embora pequena, é a única em uma região muito devastada em conseqüência da ocupação agropecuária. A vegetação predominante na Unidade de Conservação é a floresta estacional semidecidual submontana (IBGE 1992), que ocupa 90% da área. Este é o remanescente que melhor representa os ecossistemas da floresta tropical que ocupavam boa parte do município e da região antes da colonização. Assim, a unidade reveste-se de extrema importância para a educação voltada às disciplinas que tratam das ciências da natureza (Ciências, Biologia, Ecologia, Geografia etc.), sendo um espaço extremamente valioso para a transmissão dos conhecimentos sobre os recursos naturais e sua conservação, através de um programa de Educação Ambiental que possa atender a diferentes públicos”.

Consta, ainda, ter sido “Registrada a ocorrência de 193 espécies de vertebrados, sendo 18 pertencentes à mastofauna, 147 à avifauna e 28 à herpetofauna, havendo cinco espécies ameaçadas e quatro espécies exóticas”. Algumas delas: a jaguatirica Leopardus pardalis, o veado-mateiro Mazama americana, a perdiz Rhynchotus rufescens, a águia-cinzenta Harpyhaliaetus coronatus e a juriti-roxa Geotrygon violácea”.

No tocante a flora, o Plano de Manejo relaciona “a aroeira Myracrodruon urundeuva, a peroba Aspidosperma polyneuron, o palmito Euterpe edulis, a cabreúva Myroxylon peuriferum, o cedro Cedrela fissilis, o pau-marfim Balfourodendron riedelianum o jacarandá-paulista Macherium villosum, o amendoim Pterogyne nitens, a canela-preta Ocotea catharinensis, a mamica-de-porca Zanthoxylum petiolare, o algodoeiro Christiana macrodon, o guabiju Myrcianthes pungens, além do guarantã Esembeckia leiocarpa e do jequitibá Cariniana legalis, que foram plantados no local), consideradas ameaçadas de extinção no Estado de São Paulo ou no país, que tornam a UC relevante também pela sua contribuição na conservação dessas espécies, em escalas que transcendem os limites da área protegida”.

História

Como foi formada, eventos relevantes…

Infra-estrutura

Alojamentos, áreas de camping, opções para alimentação…

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Referências